quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Chasing

Como sempre, eu momentos complicados eu venho aqui. Desabafar com o amigo mais compreensivo que poderia imaginar ter.
O problema dessa vez é que notei algo que me entristeceu muito. Numa tentativa desesperada comecei a procurar romances em filmes, músicas, vídeos do youtube. Procurando por alguma coisa de que sinto muito falta. Sinto falta de intensidade, da velha reciprocidade, da entrega, da conquista. Tudo que era tão presente e agora se tornou um passado tão distante. Ser uma pessoa da ciência exata com certeza não deve nos tornar números, exatos, precisos. Ainda sou humana e sinto falta dos meus sinais vitais.
" Should I give up, or should I just keep chasing pavements? Even if it leads no where..."

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Reciprocidade

Hoje está sendo um daqueles dias que não começam bem.
Não começou bem, primeiramente porque ontem tive minha primeira prova de cálculo, o que é auto-explicativo. Logo pela manhã comecei a estudar álgebra e, bem, minhas dúvidas estão concentradas mais ou menos ente a primeira e a última questão. E por último hoje, este fatídico hoje me confirmou algumas coisas que eu já sabia, mas que eu sempre tentava - estupidamente -esconder no fundo do meu subconsciente.

Eu me entrego, sempre, pra o que quer que eu tenha prometido dedicação. A faculdade, as pessoas, a minha ética. Se eu prometo, eu cumpro. Infelizmente a recíproca não é verdadeira. Não mesmo.
Estudar sem parar não compensa, ajudar e dar o melhor de mim não compensa, amar incondicionalmente não compensa, me anular não compensa.

Ver que a cada dia tudo que eu esperava de pior em cada setor da minha vida se aproxima é assustador. É pressão demais. E quarta eu ainda tenho prova de álgebra, que deve ter a pressão equivalente a umas 30 milhões de atmosferas, que pra quem não sabe, é muita coisa. Como lidar com tudo isso? No momento chorando, e desabafando com nesse blog que sinceramente tem sido meu melhor amigo nos últimos tempos.

Talvez eu precise de um pouco mais de amor-próprio, de um pouco mais de noção, ou quem sabe, de um psicólogo. Mas por enquanto, tudo que eu preciso é do meu edredom e do meu travesseiro. Mais nada.